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  • Foto do escritor: Catarina Pennycook Fotografia
    Catarina Pennycook Fotografia
  • 12 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Eu não tenho ideia do quanto já me reinventei nessa vida. Desde pequena, sempre fui daquelas que estavam no meio da bagunça, conversava pelos cotovelos, participava de tudo que envolvia palco, canto, dança e arte. Se tinha uma apresentação na escola, lá estava eu ​​me metendo. Mas crescer é doideira, né?

Lá pelos 11, 12 anos, minha cabeça começou a dar um nó. Eu sempre fui uma menina querida por todo mundo, mas diferente. Enquanto minhas amigas já estavam em conversas mais "pra frente", eu ainda estava na minha, desenhando, escrevendo, sonhando acordada. Até que a adolescência chegou e, junto com ela, as brincadeiras que, pra uns, eram "besteiras", mas que, em mim, batiam diferente.

Mudei de escola e ai, bixa, foi um choque pesado. Eu saí de um lugar, onde podia cantar no coral, dançar e me manifestar, pra cair num ambiente onde tudo girava em torno do vestibular. Eu fechei. Parecia que qualquer coisa além de estudar era "perda de tempo".

PRIMEIRO POST PINK SKULL

Foi aí que a internet virou minha aliada. Criei um blog – e ali eu era livre. Escrevia sobre moda, cinema, tudo que eu curtia, mas não conseguia encontrar amigos pra compartilhar dos mesmos gostos pessoalmente. Até que um dia, em 2013, postei meu primeiro vídeo no YouTube. Só eu me maquiando, sem falar nada, com Skrillex de fundo (quem viveu essa época sabe). Aquilo poderia ser um vídeo bobo, mas me fez sentir que tinha encontrado um lugar onde eu poderia ser de verdade.

Quando saí do colégio e entrei na faculdade de Moda, tive uma reviravolta. Comecei a modelar, a produzir conteúdo sobre o curso e, pela primeira vez, senti que tava no meu lugar.



Mas, ao mesmo tempo que eu amava estar na frente das câmeras, comecei a me apaixonar por quem estava por trás delas. A fotografia me escolheu de jeito e, quando terminei Moda, nem pisquei: fui direto pra graduação em Fotografia.

Só que aí veio aquela crise: eu sou uma fotógrafa ou uma fotografada? Passei um tempão tentando me encaixar, achando que tinha que escolher um lado. Mas a verdade é que eu sou os dois. Sou fotógrafa, influenciadora, comunicadora, artista – e, acima de tudo, sou alguém que nasceu pra aparecer, pra contar histórias e se expressar.



E aí veio uma pandemia e deu uma tapa na minha cara. Eu, que sempre fui cheia de energia, me vi sem vontade de fazer nada. Sem criar, sem me mostrar, sem confiar em mim. Mas tu sabe de uma coisa: nada dura pra sempre, o tempo passa, o mundo gira, o mundo é uma bola (Musa do Calypso de fundo). A gente levanta, sacode a poeira e segue, porque, se tem uma coisa que eu sei fazer, é me reinventar.

Hoje, olho pra trás e vejo que cada mudança, cada fase, cada "desvio de rota" me trouxe até aqui. Voltei a fazer o que amo, a me jogar sem medo, a criar com tudo, a confiar no meu potencial. E agora, minha gente, segura, porque a Penny Blogayra pretende voltar com tudo e mostrar a vida sem filtro.

Esse aqui é só mais um capítulo – e eu tô só começando.



 
 
 
  • Foto do escritor: Catarina Pennycook Fotografia
    Catarina Pennycook Fotografia
  • 5 de mar. de 2025
  • 3 min de leitura
JÁ DEIXANDO CLARO QUE EU ESCREVI E ESQUECI DE POSTAR. FIQUEM COM MEU DIÁRIO DE BORDO DE CARNAVAL, TUDO JUNTO E MISTURADO.

Hoje foi a premiação do Oscar - no momento ainda tá rolando, e o Brasil, com uma produção GLOBOPLAY, tá concorrendo à 3 grandes categorias com o filme "Ainda estou aqui", e me dei conta de como me afastei desse mundo, me fechei pra novas histórias.

Meu gênero favorito sempre foi fantasia - tive minha época de comédia romântica mas explorar mundos desconhecidos me transportavam pra outra realidade. Eu fazia parte da história, me identificava sempre com algum personagem, e até hoje eu me sinto assim, e é óbvio que eu já perguntei mil vezes pra mil pessoas enquanto assistíamos algum filme quem elas eram... E por incrível que pareça, até hoje fico INDIGNADA quando não entendem a pergunta ou acham estranha e sem sentido, SEI LÁ, mas pra mim é tão inevitável esse sentimento de "ser" o personagem do filme.

Fernanda Torres, indicada ao prêmio de melhor atriz, vem ganhando bastante destaque nas mídias, com todo o merecimento, e recentemente vi uma propaganda que ela participou no estilo de uma entrevista e, FINALMENTE, ela falou - com outras palavras, exatamente como me sinto. Assim que vi essa propaganda, comecei a escrever, e eu já tinha deixado pra lá... mas tô aqui, com a sensação de "dever cumprido", sabe?!


É bem complicado falar sobre isso, terminar o dia com a consciência que fez tudo que precisava, sem ser uma cobrança negativa pra gente. Aprendi a diferenciar os prós e contras desse sentimento e tô cada dia dando mais um passinho pra frente, e isso já é o suficiente pra me orgulhar muito!



AAAHH!! Não posso não falar do carnaval, que começou essa quinta (27/02) e eu não saí nenhum dia, por váááários motivos e não consigo bater o martelo pra decidir se me arrependo ou não. Passei o feriadão inteiro investindo nos meus materiais profissionais e adiantando meus projetos, e achei isso ótimo... mas também já é o terceiro ano consecutivo que eu não brinco carnaval, mais um ano sem viver as coisas boas da vida enquanto tenho tempo. Pode parecer besteira pra alguns, mas pra mim é tradição: toda minha família reunida, felizes e curtindo todos juntos <3 Com o tempo alguns foram partindo, mas a tradição continua! Um final de semana antes da abertura oficial do Carnaval de Recife, a gente decora a casa com o estandarte do maracatu da família, Nação do Engenho, e relembramos os ensaios e desfiles fazendo um batuque aqui em casa mesmo, no jardim, e é o melhor dia de carnaval pra mim!






Enfim, reflexões que começam em um tema específico e viajam por outros assuntos, mas, na minha cabeça, tudo faz sentido!


São exatamente 23h20 da noite e eu ainda tenho que passar o texto pra o computador, porque sou dessas que ainda escreve no caderno, POSTAR AINDA HOJE e continuar assistindo o Oscar. Vou conseguir? Não sei, mas bora que bora.

obs: criar o hábito de escrever faz tão bem pra gente, vocês poderiam tentar!

Já passou da meia noite e eu continuo aqui, assistindo o Oscar, com as reflexões e pensamentos ligados no 220, ou seja...


03 DE MARÇO, 2025

... eu dormi... KKKKKK não consegui assistir o Oscar até o fim - na real, quando Fernanda não ganhou a categoria de melhor atriz, fiquei indignada, mais uma vez, e fui dormir. Acordei um pouco mais tarde do planejado (9h30), mas tudo certo! O foco do feriadão vai ser 100% pra finalizar meu material profissional e começar a próxima etapa: tirar meu projeto do papel, SE DEUS QUISER!


Por isso, já me despeço de vocês e, se tudo der certo, depois do carnaval já volto aqui com novidade no ar, FINALMENTE!!


Um xero, dois beijos, até logo.



 
 
 
  • Foto do escritor: Catarina Pennycook Fotografia
    Catarina Pennycook Fotografia
  • 1 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Eu só ia começar a postar quando todo meu projeto estivesse pronto, 100% do jeitinho que planejei e dentro do prazo - que já percebemos que vai sair tudo conforme não planejado... mas é melhor a gente começar com oque tem do que ficar adiando uma coisa que eu sei que vai me fazer bem, e o importante mesmo é começar, tirar do papel, né? Pois simbora.

Desde pequena eu tenho o costume e vontade de escrever, amava criar historinhas de sereias e princesas quando tava aprendendo a escrever, fazia poesia, mandava cartinhas todos os dias pra minha melhor amiga, até copiar o conteúdo da aula escrito no quadro! - e eu caprichava na caligrafia, tá? Até hoje, quando colocam uma caneta e um caderno na minha mão, eu automaticamente escrevo algo, qualquer coisa, e são tantas coisas que eu quero escrever que nunca sei como e por onde começar. Ai lembrei do blog...


Pleno 2025, nem sabia que ainda existiam blogs, num mundo obcecado por doses instantâneas de dopamina, ninguém iria parar pra ler um texto pessoal de uma estranha, levaria muito tempo em comparação a rolar um feed. Mas esse ano eu criei um hábito pra me ajudar nos momentos difíceis do dia a dia e que vem sendo bem eficaz: quem seria capaz de me entender melhor do que eu mesma? Eu escrevo pra mim, pra, quem sabe num futuro próximo, eu releia meus textos e fique feliz como fiquei no dia que reli todas as postagens do meu primeiro blog, lá de 2013.

Acho engraçado como a gente duvidava dos nossos pais quando eles falavam que crescer é difícil, que amigos de verdade é nossa família e alguns que contamos no dedo, até que a gente cresce e entende tudo que eles sempre falavam. Crescer é uma coisa bem complicada KKKKKK literalmente, é entrar no mundo real. Mas a criança que a gente era não morreu, ainda vive aqui dentro com seus gostos, vontades, posicionamentos e personalidade. É claro, amadurecer é mudar de opinião várias vezes, e tá tudo bem! Mas a essência não muda e algumas vezes é necessário reencontrar com nossa criança pra saber oque tá faltando pra ela continuar viva, firme e forte.


E no fim das contas, o que nos mantém vivos é isso: continuar sonhando, mesmo quando o caminho parece difícil, mesmo quando tudo já parece ter desmoronado. Sonhar é o que nos dá força pra levantar todos os dias, é o que acende uma luz dentro da gente, mesmo nas fases mais escuras. Independente do quão dura tenha sido sua caminhada, da quantidade de vezes que a vida te fez tropeçar, o que importa é que você ainda está aqui. E se você abriu os olhos hoje, isso significa que ainda tem tempo, que ainda há uma nova chance esperando por você.

A gente precisa acreditar que tempos melhores virão, que cada dia é uma oportunidade de tentar de novo, de voltar atrás, de não desistir. Recomeçar não é fraqueza, é coragem. Porque, no fim, não são as quedas que definem a gente, mas a nossa decisão de levantar, de seguir em frente, de continuar sonhando.




 
 
 
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